Em uma amizade improvável, ela encontrou o amor. Em um mundo que silenciava as mulheres, ela encontrou sua voz.
Joy Davidman tinha tudo para ser invisível: uma mulher na década de 1950, mãe de dois filhos pequenos, presa a um casamento instável e afastada do cenário literário que um dia conheceu. Mas uma carta – uma única carta endereçada a um autor britânico que escrevia sobre fé com clareza intelectual e rara honestidade – mudaria não apenas sua vida, mas também a do homem que a receberia: C.S. Lewis, o criador de Nárnia.
Ao longo de meses – e depois anos – de correspondência, Joy e Lewis compartilham dúvidas teológicas, reflexões sobre o sofrimento, trocas literárias e, pouco a pouco, confidências íntimas. Em uma jornada que a conduz da rotina esmagadora nos Estados Unidos à atmosfera intelectual de Oxford, Joy é levada a confrontar suas feridas mais profundas: culpa, medo, solidão, descrença e uma dolorosa necessidad

