Conheci Tom Grito no meio da rua, de onde vem sua palavra. E o tipo de poesia da qual hoje mais gosto: nascida de um Rio de Janeiro a dezembro. No “fast food da esquina”. No “kitnet dourado do inconsciente”.
Ao mesmo tempo real e surrealista.
Cheia de amor e horror. No limite.
Marcelino Freire
Autor: GRITO, TOM
Editora: EDITORA MALÊ


