“”Fui lendo as crônicas, contos, ‘causos’ do tio Chico… lembrança e ficção, é uma costura, ele tece imagens, pontos de vista, registros, divagações atuais e antigas. Pela leitura vão passando (são passagens!) paisagens, personagens, situações. TioChico coloca palavras como quem se deixou surpreender por termos e expressões saídas e situadas num entretempos. É como uma teia: meadas antigas, percursos, volteios merecendo considerações atuais. Em algumas páginas se encontram palavras que (parece) estão desajustadas no meio da frase. Estilo? O escritor é poliglota? Existindo memória muita e o escrito veio só depois, são buscas? Importa mesmo é que o texto flui, como um rio, como uma rede que nos embala. A lembrança nesse texto não é ‘coisa-de-ancião’. Não se trata de concessão ao passado. Nem se trata de recordação ensimesmada, coisa que os antigos fazem por força de saber que cada dia é algo mais do que um simples fluxo que escoa. Lembrar é estabelecer percursos, idas e vindas, insp
ARRIEIROS SOMOS, NESSE CAMINHO ANDAMOS … – LETRA SELVAGEM
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ARRIEIROS SOMOS, NESSE CAMINHO ANDAMOS … – LETRA SELVAGEM
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