Na Idade Média, época em que todas as mesas eram compridas, a távola do rei Artur surpreendia as pessoas: ‘Por ser redonda, ela não tinha nem cabeceira alta, nem cabeceira baixa; por isso, todos sentavam em volta dela como iguais’. A Távola Redonda foi um presente do mago Merlim ao rei Artur. Ao seu redor, sentaram-se doze cavaleiros que tinham um ponto em comum: juraram ser honrados em toda e qualquer situação e dedicar-se incansavelmente à busca do Graal, uma taça misteriosa que havia contido o sangue de Cristo. Nesses Contos e lendas, dois cavaleiros se destacam: Percival, o Galês, enamorado de Brancaflor, e Lancelote do Lago, talvez o único que nunca traiu a mulher de seus sonhos, mesmo condenado a um amor impossível: ele amava Guinevere, a mulher do rei Artur. Ser membro da ordem da cavalaria era o ideal de todos os jovens da nobreza. Obter essa honra significava viver entre amores e guerras e estar sempre pronto a vencer os desafios com entusiasmo e bravura. (Cia das Letras) (Companhia das Letras)
Autor: MIRANDE, JACQUELINE
Editora: SEGUINTE
CONTOS E LENDAS DOS CAVALEIROS DA TÁVOLA REDONDA – SEGUINTE
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