Entre 2020 e 2021, durante a pandemia da Covid-19, começamos a fomentar a ideia de escrevermos – a 6 mãos – histórias noir/policiais de modo a nos exercitarmos nessa literatura que, até então, víamos fundamentalmente como espectadores.
Assim, pensamos em uma forma de seguir criando e nos manter conectados, justamente em um momento de recolhimento e medo social. Essas tentativas de escrita nos levaram a pensar que, ainda mais conectados estaríamos se convidássemos outros/as autores e autoras paraparticipar dessas criações literárias. E assim o fizemos.
Curitiba é o cenário perfeito para enredos de suspense – a atmosfera enevoada, sob brumas de mistérios e árvores esfíngicas. Conhecida mundialmente como a cidade que abriga o escritor-vampiro. E sabe-se lá quantos outros fantasmas. Do parque Alvorada aos assombros dos parques-pântanos. Das mulheres do cemitério às encarnações de Maria Bueno. Todo espelhinho de lanchonete ou poça de chuva revela uma que mais uma vez retornar e, confes

