Me vi na obrigação de fazê-lo e, a despeito de mim mesmo, pelos acontecimentos, ou seja: pela Providência.
Grandes personalidades eclesiásticas que conheciam Conchita ou que conheciam sua doutrina me convenceram a escrever.
Sem a menor pretensão dequerer dizer tudo, mas pelo contrário, reconhecendo a natureza parcial e imperfeita deste livro, eu simplesmente queria responder ao chamado manifesto de Deus, e ser a caneta que tentou apresentar a mensagem espiritual de uma admirável filha da Igreja de Deus.
O documento fundamental: A “”conta de consciência””, não é uma biografia, mas sim um diário; e não um diário completo que registre os eventos de uma existência humana dia a dia, mas um Diário espiritual que relata principalmente as relações íntimas de uma alma com Deus, registrado com fidelidade por mais de quarenta anos, para obedecer a um mandado expresso de seus diretores espirituais.
Feito único, providencial, que nos permite seguir, passo a passo, desde a idade de trinta e um ase

