Eduardo Moreira, fundador do Instituto Conhecimento Liberta (ICL), rompe todas as convenções literárias para criar algo inédito: um teatro ontológico entre a racionalidade da máquina e a vulnerabilidade humana.
Depois de A intenção primeira, livro que levou Eduardo Moreira a ser finalista do Prêmio Jabuti, É só um jogo oferece um segundo movimento no questionamento da realidade fragmentada onde vivemos e construímos nossas relações. Dessa vez, a reflexão se dá através de um diálogo entre um sujeito em busca de sentido e uma inteligência artificial – que, paradoxalmente, se mostra muito mais humana do que se esperaria de uma máquina.
É só um jogo é uma obra ousada. Dramatiza pela primeira vez um protagonista-máquina que assume desejos, interesses e visão de mundo construída a partir de uma inteligência artificial. Ao dialogar com um dispositivo que se mostra híbrido, um corpo inorgânico que simula uma mente orgânica, Eduardo Moreira dá um passo além da compreensão das novas relações

