O estudo de finais de torre mostra-se importante tanto por sua frequência como por sua complexidade. O início do final ocorre após o término do meio-jogo. Pode-se estabelecer o seguinte princípio para reconhecer um final: o rei pode ter um papel mais ativo sem ser ameaçado pelas peças adversárias e há, além dos peões, até quatro peças adicionais no tabuleiro. O domínio das posições mais básicas é um conhecimento que ajuda a entender os finais mais complexos que, uma vez simplificados, podem indicar o caminho a seguir e as decisões que devem ser tomadas de maneira geral nos finais de torre. Os elementos estratégicos e os elementos táticos permitem avaliar os fatores quantitativos e os fatores qualitativos dos finais. A avaliação dos fatores quantitativos é relativamente simples, pois envolve a contagem de peças e peões (igualdade de material ou desigualdade de material). A avaliação dos fatores qualitativos depende da inter-relação de três fatores que determina o curso dos finais de torre: posição, espaço e tempo. A partir disto, chega-se aos fatores qualitativos de cada posição estudada e analisada pelo enxadrista.
Autor: JÚNIOR, LUIZ ROBERTO DA COSTA
Editora: CIENCIA MODERNA
FINAIS DE TORRE – CIENCIA MODERNA
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