Diogo Mainardi encara a arte, a morte e a própria decadência em um livro implacável. Entre ruínas venezianas e pinturas de Tiziano, ele transforma o fracasso – estético, existencial e humano – em linguagem, e a linguagem em rendição. Com ironia e um desespero quase sublime, a graphic novel de não ficção Meus mortos é o retrato impiedoso de um tempo sem transcendência.
Diogo Mainardi perambula por Veneza, seguindo o rastro de Tiziano, acompanhado por seu cachorro e fotografado por seu filho Nico.
De peste em peste, de morte em morte, ele reflete pateticamente sobre seu fracasso individual e – mais ainda – sobre o fracasso coletivo de seu tempo. Incapaz de qualquer forma de transcendência, apropria-se da arte desesperada e sublime do maior pintor da História, que retratou melhor do que ninguém nossos fracassos individuais e coletivos – assim como o sexo, o poder, a bestialidade humana, a brutalidade dos deuses e o fim dos tempos.
Durante esses itinerários venezianos, a linguagem do grand
MEUS MORTOS: UM AUTORRETRATO – RECORD
MEUS MORTOS: UM AUTORRETRATO – RECORD
1x de R$ 129,90 sem juros2x de R$ 64,95 sem juros3x de R$ 43,30 sem juros4x de R$ 32,48 sem juros5x de R$ 25,98 sem juros6x de R$ 21,65 sem juros7x de R$ 18,56 sem juros8x de R$ 16,24 sem juros
Apenas 1 em estoque
Consulte o prazo estimado e valor da entrega
Não sei meu CEPParcele suas Compras:

