Ao voltar à Igreja uma pessoa deveria se sentir recepcionada, assim como o fora o “”filho pródigo”” (Lc 15,11-32): o pai não deixou o filho no último banco, dando-lhe uma espécie de castigo, mas adiantou-se para recepcioná-lo, acolheu-o na mais digna recepção. A maioria das pessoas que retornam à nossa Igreja não é notada. Nossa indigerido está matando a dinâmica da comunidade eclesial. Parece que estamos pouco nos importante com aqueles que entram ou saem Igreja.A falta de uma equipe de pastoral da acolhida para recepcionar as pessoas é sinal de que temos ainda um longe caminho a percorrer. Em meio à necessidade de retomada de um novo ardor, missionário, o autor espera que seu livro possa despertar o desejo de sempre acolher bem as pessoas que se aproximam de nossas comunidades.
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