A nomenclatura dos fatos vinculados à língua funciona como elemento simplificador e unificador, notadamente no âmbito da gramática descritiva. No campo da nomenclatura gramatical, durante muito tempo, os especialistas divergiam. Os professores dividiam-se entre a confusão e a perplexidade. Os estudantes perdiam-se no emaranhado de classificações, designações, conceitos. Estabelecida em 1959, a Nomenclatura Gramatical Brasileira trouxe alguma organização ao caos então vigente. Apesar dos conflitos entre posicionamentos de gramáticos e linguistas, ou talvez por isso mesmo, a revisão crítica da questão situa-se como oportuna e pertinente. A retomada do texto, sua atualização e reformulação podem convertê-lo num eficaz instrumento facilitador da compreensão dos fatos da língua e ponto de chegada e de partida para a reflexão enriquecedora e produtiva. Esse Nomenclatura Gramatical Brasileira — 50 anos depois, em boa hora idealizado e organizado por Claudio Cezar Henriques, retoma a história do documento, sua aplicação à realidade didática; apresenta juízos críticos representativos e reproduz documentos oficiais sobre a matéria. Converte-se, assim estruturado, num relevante texto preliminar e um estimulador ponto de partida para o debate.
Autor: Henriques: Cezar
Editora: PARABOLA
Nomenclatura gramatical brasileira. 50 anos depois – PARABOLA
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