No início da década de 90, várias crianças desapareceram no Paraná.
Em 6 de abril de 1992, na cidade de Guaratuba,
litoral do estado, foi a vez do menino Evandro Ramos Caetano, de 6 anos. Poucos dias depois, seu corpo foi encontrado sem mãos, cabelos e vísceras, o que levou à suspeita de que ele fora sacrificado num ritual satânico. Passados três meses, numa reviravolta que deixou até os investigadores atônitos, sete pessoas – incluindo a esposa e a filha do prefeito da cidade – foram presas e confessaram o crime. O caso, que ficou conhecido como “”As bruxas de Guaratuba””, teve imensa repercussão. Especulações sobre o crime diabólico preencheram páginas e mais páginas de jornais, e ocuparam a programação televisiva. Os desdobramentos judiciais se estenderam por cerca de três décadas. Neste livro reportagem, criado a partir da pesquisa feita para a quarta temporada do po

