Um espectro ronda a comunidade acadêmica ocidental, o espectro do sujeito cartesiano. Desconstrucionistas e habermasianos, cognitivistas e heideggerianos, feministas e obscurantistas (pós-)marxistas convergem em sua hostilidade contra ele. Seguramente uma das principais obras do filósofo esloveno Slavoj Zizek, O sujeito incômodo identifica o denominador comum de todas essas diferentes tendências do pensamento contemporâneo e lança a provocação: por trás do cogito ergo sum [penso, logo existo], opróprio sujeito cartesiano guarda o grau zero radical da política emancipatória, um núcleo subversivo capaz de fornecer um ponto de apoio indispensável para um novo projeto de esquerda.A partir de um intenso acerto de contas com a tradição anti-cartesiana, o filósofo esloveno desenvolve uma confrontação detalhada com algumas concepções contemporâneas do sujeito: a tentativa heideggeriana de superar a subjetividade, as elaborações pós-althusserianas da subjetividade política (Ernesto Laclau, Eti
O SUJEITO INCÔMODO – O CENTRO AUSENTE DA ONTOLOGIA POLÍTICA – BOITEMPO
O SUJEITO INCÔMODO – O CENTRO AUSENTE DA ONTOLOGIA POLÍTICA – BOITEMPO
1x de R$ 101,00 sem juros2x de R$ 50,50 sem juros3x de R$ 33,67 sem juros4x de R$ 25,25 sem juros5x de R$ 20,20 sem juros6x de R$ 16,83 sem juros7x de R$ 14,43 sem juros8x de R$ 12,63 sem juros
Apenas 1 em estoque
Consulte o prazo estimado e valor da entrega
Não sei meu CEPParcele suas Compras:

