Nos primeiros hexâmetros – os versos de seis linhas – que brincam com o “”dactílico”” de Homero na Ilíada e na Odisseia, Gilberto Schwartsmann nos lembra que “”Na Grécia da Antiguidade, a mitologia explica os seres, as coisas e a origem do mundo. A poesia é sua prima, acalma o sofrer e com a rima o tédio, no fundo, é para a alma remédio””.
Diz que “”Homero retrata em versos, representações do universo: os monstros são os medos, as ninfas, os desejos, as estrelas são a luz, o mel, talvez um beijo””. E que a “”literatura não pode ser para o jovem dificuldade. Tem de ser desafio, vontade! Caminho para uma vida mais pura, pois não há viagem mais bela do que navegar na leitura!””.
E que “”para deixar o leitor motivado, decidi imitar Homero: narrar as aventuras de Odisseu, as suas peripécias da Odisseia! Com deuses em versos cantados para deleite da plateia!”” E qual é a esperança do autor, ao escrever a sua obra? A resposta vem também em versos: “”Qual é a minha esperança? Que alguém leia esta obra!
Odisseu: O herói humano da Odisseia – SULINA
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Odisseu: O herói humano da Odisseia – SULINA
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