O fenômeno da violência tem se mostrado cada vez mais presente no cotidiano escolar. No dia a dia, educadores deparam-se frequentemente com situações em que a falta de ética é sentida, e permeada, muitas vezes, pela violência. Comumente apontados como “”bagunceiros””, meninas e meninos carregam um estigma e não encontram, na maioria das vezes, possibilidades de superação das dificuldades que têm de relacionamento. Discutir esses paradigmas e apresentar propostas que possam superar a violência na escola constitui-se mais que um desafio, uma necessidade em tempos atuais.
Nesta obra os conflitos repetidos cotidianamente pelas falidas formas pelas quais lidamos com as microviolências promovem um ambiente tenso, caótico que gera desânimo nos educadores. Por certo, a escola tomada no exemplo (bem como a maioria daquelas que pretendem educar moralmente) faz o que sabe e tenta da melhor maneira que encontra resolver seus problemas de relacionamento. Seus educadores estão o tempo todo resolvendo
Quando os conflitos nos pertencem: uma reflexão sobre as regras e a intervenção aos conflitos na escola que pretende formar para a autonomia – MERCADO DE LETRAS
Quando os conflitos nos pertencem: uma reflexão sobre as regras e a intervenção aos conflitos na escola que pretende formar para a autonomia – MERCADO DE LETRAS
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