Um livro que mostra através de casos clínicos comoventes como um psicanalista acompanha seus pacientes até a cura
J.-D. Nasio expõe de modo original a sua concepção e a sua prática de como conduzir uma análise. O livro foi construído em torno de 8 exemplos de seu consultório – como o Homem de Negro; Amália, a mãe violenta; e Clara, a bebê que se deixava morrer.
Autor de uma obra já consagrada e numerosa, Nasio explica em cinco etapas como a tarefa analítica se desdobra: da observação à interpretação, quando o analista “”diz com clareza ao paciente o que este já sabia, embora confusamente””. Apresenta ainda quatro variantes inéditas da interpretação do psicanalista, que leva à cura. E conclui que ao fim de cada análise “”o advento da cura continua a ser um enigma””.
“”Nasio escreve e trabalha com uma inventividade que evoca a recomendação de Lacan de que cada analista deve reinventar a psicanálise. Não teme parecer simplista, e pede aos psicanalistas que se concentrem no essencial: não

