Numa jornada noturna, o piloto Fabien e seu radiotelegrafista dividem a cabine de um avião que viaja do extremo sul da Argentina para Buenos Aires levando o correio da Patagônia. Passam por estepes desabitadas e por pequenos vilarejos dos quais vislumbram apenas um punhado de minúsculas luzes. Uma forte tempestade os surpreende. Perdem a comunicação com os postos em terra. Em dada hora, percebem-se fora da rota. Soltam seu único sinalizador para ver se enxergam algo que possa os orientar. “”O sinalizador se inflamou, rodopiou, iluminou uma planície e apagou-se: era o mar.””
No escritório em Buenos Aires, o chefe Rivière, que implementou os voos noturnos, é um homem duro que norteia sua vida e seu comando pelo sentido de dever. Essa dureza não implica em insensibilidade ou desrespeito, ela é um pilar necessário para que as tarefas fossem realizadas. Estabelece-se uma relação pautada não apenas pelo dever, mas pela coragem e admiração. A coragem de Rivière de lançar seus pilotos a voos ne
Voo noturno – GRUA LIVROS
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